
RIO DO PRADO HOTEL | Óbidos . 2010

ENG
Rio do Prado is a small rural hotel developed from the concept nature as creator, treating the landscape as the determining element of the project. The architecture seeks a direct relationship with the territory, reducing both its physical and visual presence.
The programme is distributed across ten accommodation modules, with flexibility to operate as fifteen rooms. Their placement follows a strict rule of minimal impact: the volumes are partially embedded in the ground and covered by a continuous vegetated layer, returning the built footprint to the soil. Only the glazed main façade remains visible, acting simultaneously as access and as the primary source of natural light.
Materiality is addressed in a direct manner. Exposed concrete is combined with large vertical timber shutters, which regulate privacy and establish continuity with the surrounding vegetation.
The reception and restaurant building forms the core of the ensemble. It is defined by a south-facing curved glazed façade, optimising passive solar performance and structuring the collective space, drawing guests towards views over the gardens and the water planes that organise the exterior route.
PT
O Hotel Rio do Prado é um pequeno hotel rural desenvolvido a partir do conceito natureza como criação, assumindo a paisagem como elemento determinante do projecto. A arquitectura procura uma relação directa com o território, reduzindo a sua presença física e visual.
O programa distribui-se por dez módulos habitacionais, com flexibilidade para funcionar como quinze quartos. A implantação obedece a uma regra de impacto mínimo: os volumes são semi-enterrados e cobertos por um manto vegetal contínuo, devolvendo ao solo a mancha de construção. Apenas a fachada principal envidraçada permanece visível, funcionando como acesso e como principal dispositivo de captação de luz natural.
A materialidade é assumida de forma directa. O betão aparente articula-se com grandes portadas de madeira vertical, que regulam a privacidade e estabelecem continuidade com a vegetação envolvente.
O edifício da recepção e restaurante constitui o núcleo do conjunto. Define-se por um envidraçado curvo orientado a sul, que optimiza o desempenho solar passivo e estrutura o espaço colectivo, reunindo os hóspedes em torno da vista sobre os jardins e os planos de água que organizam o percurso exterior.

Design year
2010
Construction year
2011 - 2012
Location
Arelho, Óbidos, Portugal
Team
Jorge Sousa Santos, Vyernu Patel, Ismael Prata, João Gameiro Neves, Eliana Trindade, Bruno Ferraz
Client
Carbono XXI







RIO DO PRADO HOTEL | Óbidos . 2010


ENG
Rio do Prado is a small rural hotel developed from the concept nature as creator, treating the landscape as the determining element of the project. The architecture seeks a direct relationship with the territory, reducing both its physical and visual presence.
The programme is distributed across ten accommodation modules, with flexibility to operate as fifteen rooms. Their placement follows a strict rule of minimal impact: the volumes are partially embedded in the ground and covered by a continuous vegetated layer, returning the built footprint to the soil. Only the glazed main façade remains visible, acting simultaneously as access and as the primary source of natural light.
Materiality is addressed in a direct manner. Exposed concrete is combined with large vertical timber shutters, which regulate privacy and establish continuity with the surrounding vegetation.
The reception and restaurant building forms the core of the ensemble. It is defined by a south-facing curved glazed façade, optimising passive solar performance and structuring the collective space, drawing guests towards views over the gardens and the water planes that organise the exterior route.
PT
O Hotel Rio do Prado é um pequeno hotel rural desenvolvido a partir do conceito natureza como criação, assumindo a paisagem como elemento determinante do projecto. A arquitectura procura uma relação directa com o território, reduzindo a sua presença física e visual.
O programa distribui-se por dez módulos habitacionais, com flexibilidade para funcionar como quinze quartos. A implantação obedece a uma regra de impacto mínimo: os volumes são semi-enterrados e cobertos por um manto vegetal contínuo, devolvendo ao solo a mancha de construção. Apenas a fachada principal envidraçada permanece visível, funcionando como acesso e como principal dispositivo de captação de luz natural.
A materialidade é assumida de forma directa. O betão aparente articula-se com grandes portadas de madeira vertical, que regulam a privacidade e estabelecem continuidade com a vegetação envolvente.
O edifício da recepção e restaurante constitui o núcleo do conjunto. Define-se por um envidraçado curvo orientado a sul, que optimiza o desempenho solar passivo e estrutura o espaço colectivo, reunindo os hóspedes em torno da vista sobre os jardins e os planos de água que organizam o percurso exterior.
Design year
2010
Construction year
2011 - 2012
Location
Arelho, Óbidos, Portugal
Team
Jorge Sousa Santos, Vyernu Patel, Ismael Prata, João Gameiro Neves, Eliana Trindade, Bruno Ferraz
Client
Carbono XXI






