
RIO DO PRADO HOTEL II | Óbidos . 2024

ENG
Continuing the strategy of integration with the landscape, Rio do Prado II is developed from the concept nature as creator. The intervention is dispersed within the forest, avoiding any form of centrality or formal prominence, and adopting territorial integration as the guiding principle of its layout.
The new accommodation modules are defined by a horizontal composition structured by large timber pergolas that extend over the terrain. These planes operate as devices for solar control and spatial mediation, filtering daylight and organising shaded areas in continuity with the tree canopy.
Materiality results from the combination of concrete, stone, glass and timber. Green roofs reduce the visual presence of the construction, rendering the volumes almost imperceptible in aerial views and dissolving the boundary between the built form and the natural ground.
The ensemble includes a singular element: a building of pure circular geometry, closed in on itself and organising a planted central courtyard. This volume functions as a place of pause and contemplation, where architecture plays a secondary role, framing the void and giving structure to the presence of nature.
PT
Dando continuidade à estratégia de integração com a paisagem, o projecto Rio do Prado II desenvolve-se a partir do conceito de natureza como criação. A intervenção dispersa-se no interior da floresta, evitando qualquer lógica de centralidade ou protagonismo formal, e assumindo a integração territorial como regra de implantação.
Os novos módulos habitacionais são definidos por uma composição horizontal, estruturada por grandes pérgolas de madeira que se projectam sobre o terreno. Estes planos funcionam como dispositivos de controlo solar e de mediação com o exterior, filtrando a luz e organizando zonas de sombra em continuidade com a copa das árvores.
A materialidade resulta da combinação entre betão, pedra, vidro e madeira. As coberturas ajardinadas reduzem a presença visual da construção, tornando os volumes praticamente imperceptíveis na leitura aérea e diluindo os limites entre o edificado e o solo natural.
O conjunto integra um elemento singular: um edifício de geometria circular, fechado sobre si próprio, que organiza um pátio central ajardinado. Este volume funciona como espaço de permanência e recolhimento, onde a arquitectura assume um papel secundário, estruturando o vazio e enquadrando a presença da natureza.

Design year
2024
Construction year
2025
Location
Vau, Óbidos, Portugal
Team
Jorge Sousa Santos, Diogo Urbano
Client
Carbono XXI











RIO DO PRADO HOTEL II | Óbidos . 2024




Design year
2024
Construction year
2025
Location
Vau, Óbidos, Portugal
Team
Jorge Sousa Santos, Diogo Urbano
Client
Carbono XXI
ENG
Continuing the strategy of integration with the landscape, Rio do Prado II is developed from the concept nature as creator. The intervention is dispersed within the forest, avoiding any form of centrality or formal prominence, and adopting territorial integration as the guiding principle of its layout.
The new accommodation modules are defined by a horizontal composition structured by large timber pergolas that extend over the terrain. These planes operate as devices for solar control and spatial mediation, filtering daylight and organising shaded areas in continuity with the tree canopy.
Materiality results from the combination of concrete, stone, glass and timber. Green roofs reduce the visual presence of the construction, rendering the volumes almost imperceptible in aerial views and dissolving the boundary between the built form and the natural ground.
The ensemble includes a singular element: a building of pure circular geometry, closed in on itself and organising a planted central courtyard. This volume functions as a place of pause and contemplation, where architecture plays a secondary role, framing the void and giving structure to the presence of nature.
PT
Dando continuidade à estratégia de integração com a paisagem, o projecto Rio do Prado II desenvolve-se a partir do conceito de natureza como criação. A intervenção dispersa-se no interior da floresta, evitando qualquer lógica de centralidade ou protagonismo formal, e assumindo a integração territorial como regra de implantação.
Os novos módulos habitacionais são definidos por uma composição horizontal, estruturada por grandes pérgolas de madeira que se projectam sobre o terreno. Estes planos funcionam como dispositivos de controlo solar e de mediação com o exterior, filtrando a luz e organizando zonas de sombra em continuidade com a copa das árvores.
A materialidade resulta da combinação entre betão, pedra, vidro e madeira. As coberturas ajardinadas reduzem a presença visual da construção, tornando os volumes praticamente imperceptíveis na leitura aérea e diluindo os limites entre o edificado e o solo natural.
O conjunto integra um elemento singular: um edifício de geometria circular, fechado sobre si próprio, que organiza um pátio central ajardinado. Este volume funciona como espaço de permanência e recolhimento, onde a arquitectura assume um papel secundário, estruturando o vazio e enquadrando a presença da natureza.








